Notícias Fabiano Bonadia em 19 Abr 2010
Presidente do Sinapro/MT participa do 7° Ebap
O publicitário Júnior Brasa, presidente do Sinapro/MT (Sindicato das Agências de Propaganda de Mato Grosso), esteve recentemente no Rio de Janeiro participando do 7° Ebap (Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade), juntamente com os principais nomes do mercado publicitários do Brasil. Entre eles, estavam os presidentes dos Sinapros, dirigentes nacionais e regionais da Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda), para discutir a “Rentabilidade e o futuro das agências”.
Durante o evento, Abap e Fenapro assinaram uma declaração conjunta de princípios e objetivos em defesa da propaganda. Neste momento foi aberto aos participantes apresentarem a realidade de cada região. Junior Brasa expôs que “o mercado tem que olhar diferente a remuneração das agências, que é desigual de região para região. No interior do país o valor da inserção é muito menor que nos grandes mercados e se colocarmos na balança que o trabalho feito é o mesmo, fica clara a necessidade de mudanças nos critérios do Cenp. É preciso também criar uma proteção do repasse do desconto de agência feito pelos veículos uma sugestão é o faturamento pelo bruto, abolindo o líquido”.
Junior Brasa ao lado de João Batista Ciaco Neto, diretor de marketing e publicidade da Fiat Automóveis, cliente da Genius e atual presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).
Luiz Lara presidente da Abap, Octávio Florisbal diretor-geral da TV Globo, Marcello Serpa sócio-presidente e diretor de criação da AlmapBBDO e Jairo Leal vice presidente da Editora Abril.
Ricardo Nabhan presidente da Fenapro, Eduardo Crivellente Vice-Presidente da região Centro-Oeste do Fenapro, Junior Brasa presidente do Sinapro/MT e conselheiro da Fenapro, Esdras Maciel diretor da Rino Publicidade.
Junior Brasa também participou das discussões sobre como criar valor para os clientes que resultem em rentabilidade para as agências. “Quando discutimos a importância da marca para o cliente, inclusive como valor patrimonial, chegamos à conclusão de que a propaganda é fundamental nesse processo. Nenhuma marca se torna poderosa se não for anunciada. A marca é reflexo do investimento em propaganda”, afirma Junior Brasa
Outro ponto analisado foi a profissionalização dos departamentos de marketing dos anunciantes, que agora decidem aprovações técnicas deixando a parte financeira para o os departamentos de orçamento e compras. Assim, as agências, mais especificamente os departamentos de mídia, terão que acompanhar essa profissionalização, sendo extremamente eficazes e buscando sempre a otimização da verba
Durante este 7° Ebap, a Abap propôs criar regras para as concorrências privadas, buscando tornar o processo mais transparente para todas as partes envolvidas. Algumas das ações propostas foram à redução do número de concorrentes e a remuneração para as agências envolvidas. Com estas regras a Abap pretende acompanhar todas as concorrências através de cadastro. Este projeto esta sendo planejado, e o próximo passo é ouvir a ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes).
No decorrer da palestra “o futuro da comunicação e das agências de publicidade”, conduzida também por João Batista Ciaco, diretor de marketing e publicidade da Fiat Automóveis, cliente Genius e atual presidente da ABA, fora apresentado às mudanças na relação do consumidor nos últimos anos. “Ele era alvo, target e passou a ser um agente propagador da mensagem da nossa empresa por intermédio das mídias sociais”, explicou. “Por isso, além de convidar o consumidor para pensar em conjunto também é necessária à integração com as novas linguagens e formatos digitais”.
Outra grande notícia divulgada no evento veio da inédita pesquisa do Ibope Inteligência, realizada para a Abap, sobre “como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”. O resultado é que 87% dos entrevistados gostam da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas. “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do Ibope Inteligência.
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